26 maio 2012

Deixa-me olhar-te no azul horizonte

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Deixa-me olhar-te no azul horizonte

E falar-te do perfume das flores

Deixa-me mostrar-te a beleza dos montes

E cantar-te como me encantam suas cores

Deixa-me escrever-te a brisa silenciosa

Ou murmurar-te a frenética corrida

Da água nos riachos, que graciosa

Canta e por onde passa dá vida…

Deixa-me sentir pulsar alegremente

Esta razão que me faz viver

Mas quero também, antes de mais...

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A voz de minh'alma e o prazer

D'escutar o canto dos pardais.

Autoria:

J. Antero Oliveira