29 dezembro 2012

Como rosas nascidas pra te oferecer

 

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Teus braços, caídos, n`areia dourada…

Como ondas agitadas, que a desfalecer,

Apagam o rastro desse belo entardecer

Em que minh`alma ficou enamorada…

Ah esses passos  percorridos no viver,

Desses versos sentidos na alvorada…

Florescem em sonhos de madrugada

Como rosas nascidas pra te oferecer

Autoria:

Joaquim Antero Oliveira

27 outubro 2012

Esplendorosas alvoradas

 

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Mesmo após sentidos prantos

Podem os olhos, revelar, sorrindo

Tão docemente, os seus encantos

Tal como após tempestuosas madrugadas

Nasce o Sol em esplendorosas alvoradas

 

Autoria:

Joaquim Antero Oliveira

20 outubro 2012

Minhas mãos, nuas…

 

 

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Minhas mãos, nuas...

Desertas, geladas...

Aguardam pelas tuas

Todas as madrugadas

Minha boca fechada

Silencia a saudade

Duma doce alvorada

Morta na obscuridade

Meus olhos, náufragos

Num horizonte dourado

Aguardam, os afagos

Dum olhar apaixonado

Meu coração continua

Batendo acelerado...

Mesmo quando sob a lua

Não te tenho do meu lado

Autoria:

Joaquim Antero Oliveira

19 outubro 2012

Vou apagar os meus medos

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Vou apagar os meus medos,

Substituindo-os por mil cores.

Não quero mais esses segredos,

Que destroem minhas flores.

Plantarei, densos, arvoredos,

Nas colinas das minhas dores,

Onde morrerão os enredos,

Das histórias de mil amores.

Pintarei em cada alvorada,

Os novos sonhos, a realizar,

Com esperança redobrada,

De um a um, os concretizar.

Viverei, semeando o meu melhor

Pois só assim, colherei, AMOR!

 

Autoria:

Joaquim Antero Oliveira

07 setembro 2012

Rendo-me

 

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Rendo-me, ao silêncio...

Onde posso, a voz da natureza, escutar,

Aquela que os humanos teimam apagar!

Rendo-me à brisa,

E ao perfume das flores,

Ao canto dos pássaros,

E ao murmúrio das águas...

Ah… como eu amo a natureza!

E há tanto, quem a pisa,

E apaga as suas cores...

Aniquilando as florestas,

Vestindo-as de negro...

Só de cinzas... e mágoas!

Ah, como magoa!

Ver o fogo assassino,

Ateado por quem não sente

Destruindo a vida e o destino...

Da natureza e de tanta gente!

Mas a isto não me rendo,

Me revolto!

 

Autoria:

Joaquim Antero Oliveira

03 setembro 2012

Num caminho nunca trilhado

 

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Adormeceu, na areia, o mar…

Como se outra onda não houvesse

Mas eu, continuo a sonhar…

Com a brisa, em que o amor, floresce

Continuei caminhando a seu lado

Como se num jardim, o fizesse…

Murmurou-me num tom magoado

O mar, antes que me perdesse…

Seu caminho, cada um tece,

Consoante o que tiver sonhado…

Mas um novo horizonte, só cresce,

Num caminho, nunca antes trilhado!

Autoria:

Joaquim Antero Oliveira

26 julho 2012

Ah! Meus sonhos…

 

 

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Ah! Meus sonhos…

Meus sonhos são tantos

Quantos os teus encantos,

Que se ousar contar-tos, estarei

No limiar de te namorar e sonharei…

Sonharei, com a Lua,

Com o rio e com o mar…

Entrelaçando minha mão na tua,

Mostrando-te  porque sorrio,

E o que me faz sonhar!

 

Autoria:

Joaquim Antero Oliveira

22 julho 2012

Onde minh`alma naufragou

 

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Suspiro, quando te sinto, natureza!

Nos singelos gestos do arvoredo,

Ou no murmúrio adormecido das águas

És tudo o que anseio, mas é tristeza

Que me veste, teimosamente, num enredo

De subversões, desconfianças e mágoas

Já não sei se me cativa a tua pureza

Ou se de mim mesmo tenho medo...

Já só sei, este leito vazio...

Que em meu peito secou...

E me restas tu, leito do rio

Onde minh'alma naufragou!

Autoria:

21/07/2012

Joaquim Antero Oliveira

14 julho 2012

Quero Abraçar o mundo

 

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Quero despertar e abraçar o mundo

Num amanhecer sentindo a natureza

Já basta, deste negro profundo…

E de alimentar somente a tristeza.

Quero despertar e abraçar o mundo

Rompendo o horizonte da frieza…

Preciso sentir vida a cada segundo

Partilhando a mais pura riqueza.

Ah! Como eu quero abraçar-te,

Tão profundamente, a toda a hora

Que tudo, hei-de deixar-te…

Do meu melhor, quando for embora.

 

Autoria:

Joaquim Antero Oliveira

11 julho 2012

Pecado

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A natureza renasce,

De entre as horas embevecidas

Perante olhares enternecidos

De eternos corações desconhecidos…

E Minh ‘Alma renasce,

De entre as horas colhidas,

Nos olhares sentidos,

Entre corações proibidos…

Do que é proibido

Nasce o desejo do que,

Não é conhecido,

E nas horas errantes,

O pensamento dos corações

Ainda distantes…

Talvez, num horizonte distantes…

Mas, sê-lo-ao no sentir?

Há muitos pensamentos errantes,

Mas não aqueles que,

Fazem o coração sorrir

Errantes os pensamentos

Caprichosos e insanos…

Que todo o coração selecciona,

Mas que sente secretamente,

Sente, não só os errantes,

Mas também os verdadeiros

Que não deixam de ser pecado…

Ah! Pecado…

Pecado é não sentir…

É amordaçar o coração…

Não quero ser pecador,

O que eu quero é agir!

O sonho é minha visão…

E tu, o seu perfume e cor!

 Dueto:

 

M. Oliveira

 

J. Antero Oliveira

07 julho 2012

Fui:

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Fui brisa suave,

Num dia de Primavera

Mas... Porque sonho?

Se foi uma quimera

Fui brisa ardente

Numa noite de Verão

Ninguém a sentiu...

Mas queimou-me o coração

Fui vento forte

Numa tarde de Outono

Agora sou folha caída

Deixada ao abandono!

Autoria:

03/07/2012

Joaquim Antero Oliveira

30 junho 2012

Arco-íris invertido "O Sorriso"

Arco-íris invertido

Tenho um Arco-íris invertido

Que não se vê no horizonte

Nem nasce no leito dum rio

Mas veste todas as cores

E atravessa todos os rios

Dissipando dissabores

Tenho um Arco-íris contido

Nos meus lábios como uma fonte

Ele nasce no leito do sorriso

Como o perfume nas flores

E partilha-lo eu preciso

Pr'alegrar-vos meus amores


Autoria:

27/06/2012
Joaquim Antero Oliveira

Até que voltes a sorrir!

 

Alvorada

Vou pedir ao Sol

Que de nascer, se esqueça,

Enquanto em teu olhar,

O sorriso, não floresça.

E quando a Lua chegar

Pedir-lhe-ei pra não partir

Porque a noite vai continuar,

Até que voltes a sorrir!

 

Autoria:

26-06-2012

Joaquim Antero Oliveira

16 junho 2012

Por ti!

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Não me entristece saber que a vida acaba

Nem tão pouco saber o quanto "perdi"

Me contento com o prazer do sonho

Que um dia vivi!

Não me entristeço com a luz que se apaga

Nem tão pouco com a que não acendi...

Me contento com a certeza de que no olhar

Revelo um coração cheio de sentimento...

Por ti!

Autoria:

J.Antero Oliveira

Quando a noite cai…

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Quando a noite cai

Despida de luar

Há sempre quem vai

As estrelas namorar

Passeando no jardim

Ou debruçado na janela

Admirando a luz sem fim

Da estrela mais bela

Quando a noite cai

Vestida de luar

Há sempre quem vai

Com a lua suspirar

Entre o perfume de flor

E a sua imaginação

Descobrir um amor

Que preencha o coração

Mas quando a noite vai…

É preciso acreditar

Pois a alma se esvai

Se deixar de sonhar!

Autoria:

14-06-2012

J. Antero Oliveira

26 maio 2012

Deixa-me olhar-te no azul horizonte

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Deixa-me olhar-te no azul horizonte

E falar-te do perfume das flores

Deixa-me mostrar-te a beleza dos montes

E cantar-te como me encantam suas cores

Deixa-me escrever-te a brisa silenciosa

Ou murmurar-te a frenética corrida

Da água nos riachos, que graciosa

Canta e por onde passa dá vida…

Deixa-me sentir pulsar alegremente

Esta razão que me faz viver

Mas quero também, antes de mais...

Partilhar com toda a gente

A voz de minh'alma e o prazer

D'escutar o canto dos pardais.

Autoria:

J. Antero Oliveira

19 maio 2012

Quero então abraçar-te de Alma aberta

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A cada manhã quando olho pela janela,

Muito mais que um novo dia, eu vejo

É o renascimento do mais intimo desejo

De te ver florir cada vez mais bela. 

Em cada aurora em que te abraço e beijo

Sinto teu brilho florescer numa estrela

Mas se calo este sentir só por pejo

Me apago como à luz duma vela, 

Quand`oxigénio em seu redor esgota.

Mas se com o tempo a dor desbota…

Com ele é também que o amor desperta…

Se o horizonte mostra infindáveis caminhos

Em que não precisamos caminhar sozinhos

Quero então abraçar-te de Alma aberta!

 

Autoria:

J. Antero Oliveira

12 maio 2012

Suspiro meu amor…

 

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Suspiro meu amor:

Quando te vejo sorrir,

Quando te oiço cantar…

És a mais bela flor,

Que à vida quero pedir,

Mais do que sonhar.

Suspiro meu amor:

Porque te vejo florir,

Porque te oiço respirar.

Dissolve-se a minha dor,

Por teu perfume sentir,

De rosa a desabrochar.

Suspiro meu amor:

Simplesmente por existir

Um doce caminho a trilhar,

Em que os sonhos são a cor

Dum horizonte a fingir,

Mas juntos, iremos realizar!

 

Autoria:

J. Antero Oliveira

21 abril 2012

Quando meus olhos…

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Quando meus olhos encontram os teus

Desperta a voz do meu coração,

Em versos te escrevo uma canção

Sobre estrelas que brilham nos céus

 

Quando meus lábios tocam os teus

Todo o meu corpo vibra de emoção

Pois sente que não é mera ilusão

É primavera, nos sonhos meus!

 

Quando meus olhos beijam os teus

Minh`Alma se liberta e flutua

Com a brisa que corre pelos céus

É levada de mim e abraça a tua,

 

Quando meus olhos se abrem em cada dia

Nada mais importa pois ver-te é minha alegria!

 

Autoria:

J. Antero Oliveira

28 março 2012

És…

 

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És a brisa, a claridade,

O perfume e a cor…

És a essência, a suavidade,

Dum jardim em flor.

És o sonho, a realidade,

A magia, um condor…

És fonte de verdade,

Onde, nasce puro o amor.

És a musa da minha canção,

E a alma do meu coração!

 

Autoria:

J. Antero Oliveira

10 março 2012

O perfume

 

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Abri, minha janela, ao amanhecer

No horizonte reinava o sol nascente

Senti um perfume de rosas docemente

Na brisa, que parecia, Primavera acontecer

Fechei os olhos, inspirei profundamente

O perfume que, inunda minh`alma de prazer

E escutando as aves, cantando alegremente

Suspiro pela alegria e a magia de viver

Autoria:
28/02/2012

 

J. Antero Oliveira

23 fevereiro 2012

Veste minh ‘alma com teu manto

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Veste minh ‘alma com teu manto

Veste-a com tua cristalina pureza

Meus sonhos respiram teu canto

Minha vida plena, é a natureza!

Vestes meus olhos d`encanto

Com a mais simples beleza

Mas se hoje, vestem pranto

É porque destroem a natureza!

 

23/02/2012

J. Antero Oliveira

14 fevereiro 2012

Luz do teu olhar


Red rose 


Há uma luz que me aquece

Mesmo depois do sol poente

É ela que me enternece

Mesmo quando estou descrente

 

Há uma luz que me guia

Mesmo estando d'olhos fechados

Foi por ela que nasceu o dia

Em que nos fizemos namorados

 

Há uma luz no teu olhar

De quem mostra o que sente

Que me levou a te amar

Naquele instante e para sempre

 

Autoria:
J. Antero Oliveira