27 novembro 2010

Sou feliz

 

borboleta

 

Sou feliz porque vejo ao longe

Uma gaivota voando sobre o mar

Sou feliz porque ontem e hoje

Vivi simplesmente para te amar

 

Sou feliz porque me sinto a voar

Entre os sonhos e a realidade

Sou feliz porque me quero doar

Nesta vida para a eternidade

 

Sou feliz porque em mim existe

Uma doce lembrança que persiste

Em dar-me coragem para lutar

 

Sou feliz porque tu existes!

Mesmo quando não me ouvistes

Mesmo quando estou a sonhar!

 

 

Autoria:

J. Antero Oliveira

24 novembro 2010

No silêncio da noite

 

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É no silêncio da noite

Que te espero sem dormir

Abrindo caminho que possas seguir

É no silêncio da noite

Que te vejo com clareza

pois é interior a tua beleza

É no silêncio da noite

Que te falo de amor

Como quem cheira uma flor

É no silêncio da noite

Que te escuto de verdade

Te dedicando a minha liberdade

É no silêncio da noite

Que escutando a nossa canção

Te entrego o meu coração

É no silêncio da noite

Que me perco aqui

Nesta procura do caminho

Que me leve até ti!

 

Autoria:

J. Antero Oliveira

20 novembro 2010

Se eu fosse…

 

 

Se eu fosse uma flor

Te oferecia o perfume

E a beleza da sua cor

Se eu fosse uma brisa

Te refrescava com o ar

Que o calor suaviza

Se eu fosse o luar

Abraçava-me ao dia

Para sempre te acompanhar

Se eu fosse chuva

Cairia de mansinho

Para que caminhando sob ela

Sentisses o meu carinho

Sendo eu um simples mortal

Te dedico a minha vida

Ainda que haja alguém igual

Serei teu até na despedida!

 

Autoria de:

J. Antero Oliveira

19 novembro 2010

Lápis de grafite

 

Sob os meus dedos mantenho

Um pequeno lápis cuja grafite

Revela em palavras ou num desenho

Tudo o que minha alma transmite

 

Pode ser um simples texto ou poesia

Uma paisagem ou desenho abstracto

Pode até ter a frescura da maresia

Pode ser tudo ou nada de facto

 

Por vezes desliza sobre o papel

Sem saber o caminho a seguir

Mas sempre deixa um rasto de mel

 

Pois tudo o que desejo ardentemente

Quero transmitir-te eternamente

Para que sempre vivas a sorrir!

 

Autoria de:

J. Antero Oliveira